quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Minha cara, prá que tantos planos?

E esse ano de 2011, hem? Já deveria ter acabado, pronto, já deu. Sei que é completamente inútil pensar: "ah, ano que vem melhora", mas se não melhorar, meu amigo, COMO É QUE VAI SER? Minha saúde caiu, terminei meu namoro, briguei com a minha mãe, faz 20 dias que não falo com meu pai, to morando numa casa nada ver... nossa, já chega 2011. 
Vi muitos casais legais terminarem esse ano. Até Zezé di Camargo e Luciano brigaram, porque casaisinhos não podem também, né? Meu namoro terminou. Terminou pela metade, porque ainda morro longe. Por que tem que ser assim? Por que não da pra falar: "tchau, passe bem!" e só? Pode ter pessoas contra, pode ter pessoas a favor, pode ter pessoas na puta que o pariu, mas sabemos que uma hora as coisas se ajeitam. Eu sei. Lá no fundinho, eu sei que quando acordo ao lado dele, meu mundo para por 2 segundos. Bom, isso já é o suficiente para eu saber que amor é uma merda. E que cedo ou tarde, vou acordar ao lado dele pra sempre. Mais cientes, mais responsáveis, mais independentes, mais tranquilos, mais calmos.
Enfim... eu quero muito viajar. Ficar longe, me desligar de tudo e de todos. Por que será que tenho isso? Sempre que alguma coisa acontece, eu preciso me desligar de TUDO, pra não ter opiniões de ninguém, sabe? Tipo: eu, Andressa - você, mundo. To completamente afundada em dúvidas e não preciso de ninguém falando: "é, acho melhor tu fazer isso". Ok, ok. Sei bem o que eu quero: me formar, viajar, morar na praia, ter filhos lindos, casar, trabalhar e ficar RICA. Pronto, meu amigo, RICA. Feliz, sem ninguém pagando minhas contas a não ser eu... RICA. Só isso. E se tu quiser me acompanhar, vai ter que ser assim... easy.

Agora senta ai e toma um café, porque o mundo já acabou faz tempo.














Porque ninguém vai dormir nossos sonhos...


terça-feira, 1 de novembro de 2011

Isso vem da solidão?

Eu quero falar, juro que quero. Talvez as palavras estejam tão inertes quanto a vida. A vida, essa sim anda diferente. To me recompondo, pegando os pedaços perdidos nas esquinas, colocando aqui, colocando ali... uma hora recomponho todas as partes e assim, quem sabe, me conhecerei melhor. Não vou dizer que morar em um prédio com mais 50 meninas, seja bom, mas eu to legal. Hoje ando vendo a Andressa que há tempos não via. Isso vem da solidão?
Pela primeira vez em muito tempo, estabeleci metas na minha vida, metas que podem ser alcançadas. Importante ter no que se apegar, ter no que programar o futuro, ter no que pensar quando acordar. Ter o que falar quando lhe perguntam aquela infeliz pergunta:  "Onde você se vê daqui há 5 anos?". Ah, filho, daqui há 5 anos quero estar no mundo. Hoje sei responder até 10 anos, 20 anos. Isso vem da solidão?
Hoje sei o que me faz bem, o que não me faz bem, quem eu quero ser, quem eu não quero ser, onde eu quero chegar, onde eu não quero chegar, o tipo de gente que eu quero por perto, o tipo de gente que eu não quero por perto... isso vem da solidão? 
Quando ficamos sozinhos só vemos a nós mesmos, isso anda me fazendo bem. Pensando: "não faz assim, faz assado". Confesso que as vezes me pergunto: "Por que não fiz assim?". Mas do que me adianta essa pergunta?  Agora é momento de: "Por que não faço assim?". Claro que sempre tem um ou outro que me faz retroceder nas minhas evoluções. Sempre tem aquele me deixa desanimada com um passo futuro ou aquele que apoio não existe no dicionário. E ai, eu me sinto mais sozinha do que de costume. Posso dizer que estou mais tranquila? Sem comentários, sem intrometimentos... to fazendo a minha vida aqui, 24 horas por dia. Importante, né? Uma hora alcanço tudo por inteiro. 

sábado, 8 de outubro de 2011

rotina



Você não me ensinou a te esquecer
Você só me ensinou a te querer
E te querendo eu vou tentando me encontrar

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

há tempos...


Parece cocaína
Mas é só tristeza
Talvez tua cidade
Muitos temores nascem
Do cansaço e da solidão
Descompasso, desperdício
Herdeiros são agora
Da virtude que perdemos...
Há tempos tive um sonho
Não me lembro, não me lembro...
Tua tristeza é tão exata
E hoje o dia é tão bonito
Já estamos acostumados
A não termos mais nem isso...
Os sonhos vêm e os sonhos vão
E o resto é imperfeito...
Dissestes que se tua voz
Tivesse força igual
À imensa dor que sentes
Teu grito acordaria
Não só a tua casa
Mas a vizinhança inteira...
E há tempos
Nem os santos têm ao certo
A medida da maldade
E há tempos são os jovens
Que adoecem
E há tempos
O encanto está ausente
E há ferrugem nos sorrisos
Só o acaso estende os braços
A quem procura
Abrigo e proteção...
Meu amor!
Disciplina é liberdade
Compaixão é fortaleza
Ter bondade é ter coragem (Ela disse)
Lá em casa tem um poço
Mas a água é muito limpa...

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Adeus.


"Penso sempre que um dia a gente vai se encontrar de novo, e que então tudo vai ser mais claro, que não vai mais haver medo nem coisas falsas. Há uma porção de coisas minhas que você não sabe, e que precisaria saber para compreender todas as vezes que fugi de você e voltei e tornei a fugir. São coisas difíceis de serem contadas, mais difíceis talvez de serem compreendidas — se um dia a gente se encontrar de novo, em amor, eu direi delas, caso contrário não será preciso. Essas coisas não pedem resposta nem ressonância alguma em você: eu só queria que você soubesse do muito amor e ternura que eu tinha — e tenho — pra você. Acho que é bom a gente saber que existe desse jeito em alguém, como você existe em mim.”


CFA

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

chega!


Não, não te quero mais
Agora eu que decido
Aonde eu vou
Não, não, não suporto mais
Prefiro andar sozinha
Como sou...
Andar de madrugada
Feito traça
Feito barata
Feito cupim
Dizer prá mim
Que eu gosto mais de mim
Que eu sou assim
E não tem jeito...
Vai sair da minha vida
Você vai ter que mudar
Da minha casa
De atitude
Chega!
Ainda mais agora
Que eu vou viajar
Prá me livrar de você
Não quero mais ser seu amigo
Nem inimigo
Nada!...
Prá você é o fim da estrada
Com você fechei a tampa.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.

Será que vai ser sempre assim? Bater a cabeça, achar que algo vai dar certo e depois me surpreendo tanto, que não para de doer, e me pergunto se essa dor vai ser pra sempre, e é ai que lembro que passa, tudo passa, eu sei que passa, então tenta voltar a conseguir comer algo, e conversar com as pessoas sem aquele aperto no meu coração, pois é assim que vivi quando estive amando, com medo, triste, enfim... essa é a dor que um dia prova que eu senti tudo que alguém podia sentir, só que apenas em um coração, então não sei se aguento, pois é apenas um coração... 

Por alguns momentos, apenas alguns momentos, é como se houvesse assim uma espécie de esperança, de possibilidade de esperança.

 

 

 

Não vou perguntar porque você voltou, acho que nem mesmo você sabe. (...) Só vou perguntar porque você se foi, se sabia que haveria uma distância, e que na distância a gente perde ou esquece tudo aquilo que construiu junto. E esquece sabendo que está esquecendo...