sexta-feira, 30 de abril de 2010

oh, meu amor.... não é porque meu coração está nas suas mãos que não sinto uma terrível insegurança com você. então me diz, como faço pra tirar isso de mim?

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Pra nós, todo o amor do mundo.

Então é isso? Vida, respira amor; respira suor, respira lágrimas, respira desejos. Desejos talvez reprimidos pelo fato da palavra ser apenas pele. Pele que cola, gruda, arranha. Pele arranhada. Maõs calejadas. Vida calejada. Vivemos em busca dele. Só ele faz sofrer na mesma intensidade que faz viver. Por favor, não vá. Diz ela em voz baixa, voz que sai cuspida pra fora das suas lágrimas. Lágrimas que tiram o ar. Senta no chão do seu quarto, senta em cima das roupas jogas e pisoteadas. Se olha no espelho. O que você ve? Ve você? Você, com a cara lavada de lágrimas. Soluços. Unhas cravadas. Espelho. Você. Amor. Sofrimento. Dor.
Então é isso? Assusta a família toda, seus amigos mais importantes. Pra que? Não consegue encarar de frente a sua dor.
Então... é isso. Deita comigo, não consigo dormir. Deita aqui, me beija. Por que me ignora? Sou sua, sempre fui. Me beija. Juro que não vou esquecer do que fez, do que falou. Apenas quero aproveitar você pelas últimas horas que me restam. Ok, desisto. Deito no seu peito. Não me encosta. Não sou acostumada a ser regeitada por você. Volta pra sala. Sai daqui. Antes, me abraça. Não, não vou esquecer. Vai dormir aqui? Deita aqui. Me abraça. Não, não me encosta. Me faça dormir com sua respiração, é só isso que eu preciso. Saber que você está aqui. Não pega na minha mão. Não respira na minha nuca. Não me faz perder a cabeça. O que está acontecendo? Você quer? Ignorar o que se passou? Me pega com força. Sou sua... eu disse que sempre fui sua. Gemidos. Segundos de explosões no quarto escuro. Deita aqui, em silêncio. Preciso dormir. Te amo. O que? Te amo. Não entendi. TE AMO. Não, não quero respostas. Sei a sua resposta. Resposta em silêncio, sem palavras. Resposta que veio horas depois, resposta que veio com o sol. Resposta no novo dia.

AMOR.

Então, talvez seja isso... Vivemos pra ele. Amor que foje, amor que arde, amor que prende. Ciúme. Ciúme de todas as meninas que já beijaram sua boca. Que já tiveram você dentro delas. Meu. Me prende. Me puxa. Me segura. Quase arranca meus cabelos. Me machuca. Me morde. Faz exatamente do jeito que você quer. Sou sua.

Então, penso que seja isso... Odeio o fato de saber que você já teve várias, mas ao mesmo tempo, adoro. Quem é que gosta de sofrer por alguém? Ninguém. Penso... Palavras me fogem no momento que você vem na minha mente. Calafrios. Odeio saber que seu cheiro me faz perder o chão. Odeio você. Mas... amor, fica mais uma noite. Só mais uma, a cada dia que passa. Fica.

Tristeza é dor sem palavras, dor sem fim, escorre pelos poros de uma felicidade inexistente. Amor. Quem é você pra me prender assim? Sou livre, pra ir e vir; gostar de quem eu bem entender. Na hora e na intensidade que EU quiser. Por que faz isso? Seu olhar, a espera por um beijo, nada disso vale. Palavras. Me deixa ser sua dona pra sempre. Não foge. Tirou a minha liberdade, agora preciso ser dona da sua também.

Vida? Amor? Vida sem amor? Qual é a sua? Preciso de você. Preciso dormir com sua respiração na minha nuca todos os dias da minha vida.

Nunca mais diga uma palavra que faça meu coração doer. Nunca mais faça eu sentar na frente do espelho e enxergar uma outra pessoa. Pessoa, felicidade inexistente. Qual é a palavra?

E eu... escrota. O que tenho pra reclamar? Obrigada, amor. Sim... as coisas precisam ser do meu jeito. EGOÍSMO.

Amo. Sofro. Vivo.

Palavras... fogem toda vez que escuto sua voz. Então, é isso? Vida para amar.
Não sou nada sem você. Respiração?

Me esqueci em você. Me perdi em cada veia do seu corpo. Cada traço, cada cheiro, cada fio.

Me perdoe por cada palavra não dita. Por ter meu silêncio como resposta de suas perguntas. Fica? Comigo. Do meu lado. Assim, como está.

Tristeza tira o chão. Dói. Vomitamos ela, pra ela não ficar em nós. Não vamos deixar que ela faça parte do nosso corpo. Não vamos nos acostumar com ela. Não vamos deixar ela nos prender. Dorme aqui, no mesmo travesseiro que eu. Estamos tão ligados que dormimos e acordamos no mesmo travesseiro, do mesmo jeito, no mesmo abraço.

Palavras. Escrevo apago escrevo escrevo apago escrevo... Deixo.

Amor com vida. Respiro você. Do mesmo jeito que você respira a mim.

quarta-feira, 28 de abril de 2010




você... desde o começo... sempre você. tira meu sono, tira meu fôlego, tira minha paz, tira meu chão, tira minha calma, tira meu ar.
você... desde o começo... sempre você. tesão, vontade, suspiros, gemidos, abraços, beijos, sussuros, arrepios, cheiros, mordidas, arranhões, sexo.
você... desde o começo... sempre você. lágrimas, saudade, insegurança, ódio, ciúme, raiva, decepção, desgosto, briga, grito, tristeza, solidão.
você... desde o começo... sempre você. me faz bem, me faz mal. me faz a pessoa mais feliz do mundo, me faz a pessoa mais triste do mundo. me trata bem demais, me trata mal demais. me faz sentir a pessoa mais amada, me faz sentir a pessoa mais desamada.
você... desde o começo... sempre você. comigo. em mim. no meu peito. na minha boca. nos meus braços. no meu corpo. no meu coração. na minha mente.
você... desde o começo... sempre você. conversa. silêncio. sorriso. olhares.

você... desde o começo... sempre você. AMOR PAIXÃO TESÃO VONTADE AMOR PAIXÃO PAIXÃO PAIXÃO AMOR. sempre você.

terça-feira, 27 de abril de 2010

e meu coração nunca esteve tão no chão... tão pisoteado... tão em pedaços.

domingo, 18 de abril de 2010

eu fico tempos sem passar por aqui... acho que o que eu mais sinto falta quando fico sem internet, é o blog. preciso falar! e se eu falar as coisas pro Ricardo, acho que ele me joga fora :\ enfim.. tive a semana toda de provas - provas que terminam só terça-feira. tô cansada. minha cabeça tá doendo demais. ontem foi aniversário do meu pai. hoje é aniversário da minha madrasta. meu irmão teve pesadelo comigo e não parava de chorar. queria estar em casa com eles...
terei que ser breve, penso que daqui a pouco perco a conexão do vizinho.

um dia, minha mãe falou: filha, vc precisa mudar esse seu jeito. as pessoas gostam de vc e muitas vezes, vc se afasta. e se elas não vem atrás de vc, vc não fala mais com elas.
ai falei que ela tava falando besteira, que eu não era assim... que eram as pessoas que se afastavam de mim, não eu delas. e se eu não ia atrás, é pq elas faziam eu perder a vontade de ir.

final de semana passado, eu abri minha caixa de cartas de 2004, 2005... de 9 amigas que eu recebia cartas, hoje falo com apenas 4. em quase todas as cartas, no finalzinho, está escrito assim: sinto que vc tá afastada, o que tá acontecendo? se precisar de alguma coisa, pode falar... amo vc.

tenho uma prima que eu amo demais, mesmo! mas ela se afastou um pouquinho e pronto... ficamos muuuuito tempo sem nos falar. e se não fosse minha mãe, acho que não estaríamos nos falando ainda.

eu sou assim. pq eu sou assim? enquanto sou amiga da pessoa, acho que ela nunca gosta de mim, como eu gosto dela. aí, depois que eu paro de falar com essa pessoa, vejo o quanto ela gostava de ter minha amizade. hei, andressa... não seja tão arrogante. isso é feio.
as coisas sempre acontecem desse jeito. eu me afasto, sou fria, sou grossa... aí a pessoa vai ficando machucada e (normalmente) se afastando... quando isso acontece, eu corto totalmente ela da minha vida. mas nunca vejo que a culpa disso acontecer foi toda minha.
eu preciso mudar. como?
vejo que muitas vezes, falo coisas pro meu namorado, que ele não precisa ouvir. ele não merece minha arrogância, nem minha grossura e nem nada ruim que venha de mim. hunf... as pessoas precisam entender, que se eu me afastei um pouquinho ou comecei a andar com outras pessoas por um tempinho, não quer dizer que não queira mais falar com elas ou que tô excluindo elas de alguma forma... apenas faço isso e não me dou conta. sou uma pessoa que faz amizade rápida, me dou bem com a maioria das pessoas. mas sempre tem aquele grupinho que eu não trocaria por nada <3
na faculdade, eu fiz um puta grupinho irado (HAUAHUAH) enfim... são legais. me dei bem desde o começo. adoro estar com eles e sou super grata por ter suas amizades. quando eu me sentia sozinha e pqp de começo fora de casa, eles sempre estavam lá pra alegrar minhas manhãs.. manhãs que às vezes se estendiam pra tardes e sim, muitas vezes, à noite... lá estavam eles de novo.

penso que muitas vezes, esse jeito meu de excluir pessoas, é bom. de certa forma, é sim! todas as meninas que eu não falo hoje, estão mudadas e de um jeito que eu não faria mais questão.
eu não levo muito tempo pra perceber que tal pessoa não vai ser uma boa companhia pra mim. e ai, essas coisas acontecem. mas sinto que isso tem que acontecer até com aquelas pessoas que eu gosto muito.

ah... cansei de falar... o negócio é que eu preciso mudar e ponto. coisa mais boa que me aconteceu nesses últimos meses, foi minha mãe ter levado a minha prima pra dormir lá em casa. juro que foi! como eu a amo <3 haha

agora, próximo passo, é tentar ser uma namorada mais legal. eu não preciso ser grossa, né? nem arrogante... eu amo ele, demais. eu casaria com ele hoje. então, não custa nada preservar isso. sim?

pronto... até eu que me conheço, lendo isso me achei a pior pessoa do mundo, imagina o que vão pensar as poucas pessoas que vão ler.

eu sou assim. grossa, fria... sou mesmo. mas tô mudando. eu sei que a pessoa só muda no momento que ela enxerga o defeito e quer muda-lo. então.. enxerguei e quero mudar.

eu vou. só não me peça pra deixar de ser cara de pau. eu tenho personalidade forte. ainda não sei se isso é bom ou se é ruim. mas sabe... se tu fez merda, vai ouvir. se não tô gostando do teu jeito, vai ouvir. se não gostei de alguma atitude, vai ouvir. e nem adianta ficar magoado ou achar que tô sendo rude ou sei lá. falo mesmo.

orgulho próprio não precisa ir tanto assim no chão.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Mudei fundo... Blog, twitter. Agora só falta mudar o fundo da minha vida. Vem logo apê?
Ok, estou reclamando demais! Mudou; tudo mudou. Meu namorado saiu lá de Santos pra morar comigo, arrumou um emprego na loja que ele queria muito, sai do apê onde eu morava, tô morando uns dias na casa de um amigo (que tá aqui do meu lado fumando um cigarro de cravo que tem mais cheiro de pinhão), amanhã (amanhã? amanhã!) vou me mudar pra um apê só nosso... meu e dele.
Ele... estranho pensar que amo tanto alguém que conheci na internet e que morava a tantas horas de mim. Estranho saber que hoje, apesar das mil brigas e fins e ódios e lágrimas já derramadas; acorda do meu lado todo dia, vou dormir todo dia com um beijinho e um boa noite baixinho no ouvido. Estranho... não? Não... bom. Ótimo saber que não vai mais ter aquela sensação de: "é essa a pessoa que eu namoro mesmo?" de um relacionamento a base de msn, a distância.
Tô tão feliz e orgulhosa por ele ter conseguido o emprego que tanto queria :D
As coisas acontecem na hora certa, né? O que é pra ser nosso, tá guardado, uma hora vai.
Agora, ele trabalha o dia todo. Já sinto falta dele aqui... chega logo, falta pouco!

O que resta mesmo pra tudo ficar completo, é minha perna melhorar, parar de doer. Falta a mudança pro apê só nosso. Falta eu passar a semana de provas e ir bem. Falta um abraço do meu irmão. Falta dar certo pra nós... Hoje e sempre.

domingo, 4 de abril de 2010

meu horóscopo de hoje...

Entre os dias 04/04 (hoje) às 2h18 e 23/04 às 16h28, o planeta Vênus estará fechando um ciclo, ao passar pela décima-segunda casa do seu mapa de nascimento, Andressa. Esta é uma fase de introspecção afetiva, de reflexão de como têm sido os seus relacionamentos. O período envolve a idéia de acalmar a sede de amor, dando um tempo em relação às buscas externas, voltando-se mais para dentro da própria alma. Para quem já está envolvido num relacionamento, esta fase pode significar um momento de discórdias e conflitos... Como evitá-los? É relativamente simples, Andressa: basta observar - e respeitar - que todas as pessoas precisam de um espaço próprio por algum tempo, e que mesmo a melhor das relações necessita de um tempo.

feliz páscoa :)

sexta-feira, 2 de abril de 2010

não to mais conseguindo escrever as coisas que quero e penso... saco! abstinência de ideias. beijos.