segunda-feira, 26 de julho de 2010


eu sei que não tá dando pra falar comigo.

tô grossa, tô nervosa, tô distante...


me deixa.

quarta-feira, 14 de julho de 2010


Eu gosto muito de cerejeiras.




Enfim... dia 1º começo o estágio de publicidade nos correios. SIM! Consegui :D
Amei tudo lá! O trabalho é muito legal e adorei as pessoas também.
Tô tão feliz :~)

Cerejeiras pra todo mundo S2

quarta-feira, 7 de julho de 2010

honeynuts.


Algo me falta. Algo em que me segurar. Algo em que me apegar. Algo pra correr atrás. Algo pra sonhar. Algo pra viver.
Falta... Sinto um vazio, não sei do que, não sei de onde... só sinto.
Meus sentimentos mudaram, não sinto mais aquela coisa que sentia. Mas logo passa, assim espero.
Estou de férias, semana que vem vou pra casa... Talvez passando uns dias lá meu sentimento volte a ser como era; acho que uma saudade vai fazer bem.
Preciso passar uns dias sem ouvir reclamações, sem ouvir que sou ruim em alguma coisa ou quase em tudo.
Minha auto estima tá lá em baixo mesmo. Ando extremamente insegura mesmo.
Mas me diz... como não ficar assim?
Queria ser uma pessoa legal, que te orgulhasse e que te fizesse feliz por estar junto.
Não sinto nada disso.

Anyway... Não preciso me sentir lá no chão, ninguém tem o direito de me deixar assim, então... GO!

Estou de férias, quero muito o emprego no HSBC, mas tô com medo desse excel agora... ARGH!
O clima de Curitiba está ótimo. Hoje de manhã estava tudo tão bonito. Frio, com o sol ainda preguiçoso, mas já quente... As árvores sem folhas e as árvores que restam alguma cor, são cor de rosa. Lindo. Gostoso. Eu gosto de morar aqui. Adoro a região que moro. Minha rua é arborizada, tenho tudo perto, tem uma praça bonita, tem uma ciclovia, é bonita, é boa...
Curitiba é uma cidade maravilhosa e agradeço por poder morar aqui :)
Ontem passei na frente da minha antiga casa e deu uma nostalgia, uma sensação de vida nova e estudos. Lembrei de todo o começo, das amizades, das risadas, da empolgação... deu saudade.
Minha vida mudou muito em apenas um ano fora de casa.
Aliás, esse mês está fazendo 1 ano. 1 ano de vida nova. Rápido, muito rápido.
É difícil, doloroso e tudo mais... Mas não adianta, quando coloco uma coisa na cabeça não sossego até realizar. E assim vou até o fim.
Queria aproveitar um montão minhas férias, mas acabam loguinho. Claro que, minhas aulas não vão ser aulas normais. Não vou cursar o próximo período porque vou mudar de turno, então, irei fazer umas 2 ou 3 matérias a noite.
Quero terminar de ler os meus livros. Estava lendo três - A Cabana, de William P. Young; As Intermitências da Morte, de José Saramago e A Última Música, de Nicholas Sparks - Mas não consigo mais tirar os olhos desse último.
Conta a estória de uma jovem que passou três anos sem falar com seu pai, até que um dia sua mãe a manda, junto com seu irmão mais novo - que por sinal, é uma figura e quando aparece não tem como não rir - passar as férias de verão na casa dele. Ronnie é uma menina cheia de probleminhas com a polícia, pois tinha um vício por roubar coisas. Tocava piano, mas depois que seu pai saiu de casa não tocou mais. Julga seu pai por te-los abandonado e assim, criou uma enorme decepção e raiva por ele. O enredo rola em cenário lindo, nas Carolinas, visto assim, não é tão "civilizada" como NY. A casa de seu pai é em frente a praia, mas Ronnie está odiando estar lá em vez de estar com seus amigos. Logo quando chega sai para caminhar e para em um jogo de vôlei; tomando um refrigerante, Ronnie nota os meninos bonitos do time, dando atenção para as meninas bonitas - como em qualquer cidade, a tal da panelinha dos "pops". Decide ir embora e bem na hora a bola vai em direção a ela, fazendo com que um dos jogadores esbarre nela, derramando assim, todo o seu refrigerante em sua camisa. Ronnie vai embora indignada e conhece Blaze, uma menina mais problemática que ela, mas logo viram amigas. Ronnie acaba tendo sérios problemas com Marcus, namorado de Blaze. Em um desses problemas, Blaze cria uma confusão enorme, metendo Ronnie na mira da polícia novamente. Enquanto rola a estória, Ronnie se aproxima cada vez mais de seu pai, Steve. Vai vendo o quanto ele mudou e o quanto a ama. Talvez o que ela sente por ele, não fosse necessário. Um dia, cuidando de um ninho de tartarugas silvestres, Ronnie conhece o jogador que a derrubou refrigerante, Will... Aí, chega de contar.
Livro super gostoso de ler, estória muito boa e filme estrelado por Miley Cyrus.
Não consigo parar de ler. Sinto uma vontade enorme de ler ele inteiro em uma tarde. Mas tenho coisas a fazer. No caso, hoje estudar excel... E é bem isso que irei fazer agora... hunf.



Love, Andie.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

sábado, 3 de julho de 2010


Tem dias que eu preferia sumir. Sumir, assim, só sumir.
Ou quem sabe entrar em um sono profundo e acordar só quando fosse me sentir bem.
Essa dor no peito e esse sentimento de solidão não me levam a lugar nenhum.
Ontem, eu só fui comer às 21h. Sim, às 21h. Não sinto fome, não sinto sono.
Tô tendo provas finais e nem consigo ter uma boa noite de sono; na prova de hoje fiz um texto pior que os de quando entrei na faculdade... Meus olhos doíam, meus dedos doíam, minha cabeça explodia, eu sentia calafrios, meu pensamento mudava rapidamente pra um outro lugar ou momento, não conseguia escrever muito tempo por conta do machucado terrível no meu braço, causado pela porta do banheiro e um empurrão. Enfim, não estava conseguindo me concentrar e o primeiro texto cuspido no papel, sem passar a limpo, sem revisões - foi a minha prova. Sorte que exercícios sobre o conteúdo tirei de letra... sorte.
Hoje eu sentei no chão, em frente ao espelho e não pude conter as lágrimas que caíam aceleradas dos meu olhos.
É uma mistura de todos os sentimentos em uma coisa só... Dor, solidão, raiva, decepção, orgulho, saudade... de mim e de outros.
Uma coisa tão pequena e boba, acaba virando algo grande e significante demais, a ponto de não nos falarmos mais. Desculpa, mas essa sou eu. Assim, impulsiva. Não me julgue conforme seus ouvidos querem ouvir. Se falei que não estou sendo de tal maneira, não estou. Não é porque eu falo com um tom de voz, que eu esteja sentindo igualmente. É o meu jeito de falar. Cansei. O que mais prezo é por uma vida tranquila e sem brigas, principalmente aquelas que o motivo é fútil. Eu ODEIO brigas. Nunca vou jogar palavras no ar pra que ocasione a tal. Odeio, mesmo.
Logo que meus pais se separaram, meu pai foi me buscar em casa, pra me levar pra jantar; eu estava saindo sem casaco e minha mãe falou: "Vai por um casaco, Andressa" e eu falei: "Não quero" e ela falou: "Vai por!" e eu, num completo momento ridículo de rebeldia gritei: "Para de me mandar fazer as coisas! Para de falar comigo como se eu fosse seus concessionários!" (Minha mãe era securitária chefe, concessionários eram seus empregados). Ela ficou arrasada. Primeiramente, claro, porque meu pai estava parado na porta e eu dei um escandalosinho de adolescente incompreendida, depois de uma separação; e depois, porque eu gritei com ela, algo que não era necessário.
Ao entrar no carro meu pai ficou em silêncio e eu falei: "E ai, vamos onde?", ele me olhou e disse: "Por que falou daquele jeito com sua mãe?" "Porque ela vive me mandando fazer tudo. Ela não sabe falar com calma, sem gritar ou ficar nervosa." "Ela não quer brigar, gritar com você; esse é o jeito dela falar, ela é assim. E se toda vez você brigar com ela porque ela fala do jeito dela, vocês vão brigar sempre."
Hoje eu vejo que sou igualzinha. Quando falo em um tom de voz que parece ser agressivo, não quer dizer que eu esteja sendo agressiva. Nem quero isso. Enfim, esse o meu jeito. Essa sou eu. Não vou ficar me explicando pra quem sempre soube que eu era assim. Não vou ficar me julgando e me debatendo porque não quer mais falar comigo. Saiba que, se toda vez que você só ouvir o que você quer e fechar os ouvidos quando eu falo ou tento arrumas as coisas, isso sempre vai acontecer. Como já disse, essa sou eu.
Essa coisa de não se falar, de morar na mesma casa e não se ver; é um saco. Só desgasta, só machuca.
E pra variar, essas coisas acontecem só quando eu tenho algo muito importante... no caso, provas.
Parei de correr atrás e me humilhar pra tentar não brigar e fazer você ouvir o que quero dizer. A próxima vez que acontecer algo do tipo, vou te deixar com sua razão, até a engolir.
Cansei de ser uma pessoa péssima pra quem eu amo. Cansei de ouvir todo dia, que eu não sou legal em algo. Se todo dia você tem alguma coisa de ruim pra falar de mim, o que sobra de legal? Fico até curiosa em saber o motivo pela paixão. Aliás, não vejo nenhum. Se tudo que queremos numa pessoa é bom humor, companheirismo, respeito, coisas engraçadas, conversas legais e boas... pois é, de tudo isso que citei, não vejo uma em que não escuto o contrário. E ai? Vai levando pelo comprometimento do ap? Pelo medo da solidão? Ah, se eu tivesse uma explicação para o amor, estava rica. Muito rica.
Juro que não queria pensar isso, mas é só isso que penso.
Quem gosta de ser julgado todo dia, com coisas ruins? Eu não.
A gente se da bem. Passamos dias em total sintonia, apaixonados e tudo mais... É assim que acontece um casamentinho? Dias de glória e dias de TOTAL e COMPLETO fracasso? Deve ser.
Não entra na minha cabeça brigas e separações. Nunca vai entrar.
Não entra na minha cabeça o modo com que algumas pessoas falam que amam as outras e um tempo depois, falam isso pra pessoas diferentes. E quando isso acontece muito rapidamente então... no way!
Eu namorei durante um tempão e amava muito ele. Mas pela pouca idade, o amor que sentíamos um pelo outro, era um amor imaturo, que com o tempo virou amor de amigos. Terminamos pelo telefone numa conversa assim: ele - acho que não quero mais. eu - pois é, eu acho que também não. ele - terminamos? eu - ah, eu acho que sim. ele - mas, terminar assim... né... vamos nos ver ainda. eu - não, terminar de terminar mesmo. Pronto. Eu não derramei uma lágrima. Fui chorar por ele pela primeira vez, uns 6 meses depois, quando ele me xingou no msn, coisas que não eram verdade. Passou. Amor? Sim. Mas não era um amor verdadeiro, era uma paixão, um companheirismo sem fim. Eramos muito próximos... e só.
Hoje, eu sinto um amor ridiculamente verdadeiro, que me deixa sem ar e sem chão. E toda vez que ele joga suas coisas noutro quarto e eu acordo sozinha, deixo um pedaço do meu coração no travesseiro.
Tem gente que não demonstra o quanto ama, por medo de ser pisoteado ou que o outro não de o valor necessário. Mas eu não sou assim, eu demonstro mesmo e não tenho medo nenhum; aliás, acho que quando não recebemos o valor necessário em troca, é porque a pessoa realmente não merecia todo seu esforço e seu amor entregado a ela.
Essa coisa de amor me deixa maluca. Amamos uma pessoa do fundo de nossas almas, mas quando termina, passamos a amar outra irrevogavelmente e esse novo amor te torna uma pessoa melhor. Loucura. E há quem diz que amamos de verdade só uma vez... Eu acho que acredito nessa nóia de só uma vez. Tem gente que balança tanto nossa alma e nosso coração, que ninguém mais consegue fazer você sentir algo parecido.
Eu me sinto tão balançada e ridícula, que acho que nenhum outro homem vai conseguir fazer isso de novo, só ele.
Mas pra isso acontecer, vem o valor. Preciso sentir que esse amor que estou entregando é valorizado até o último suspiro. Isso se chama: amor próprio.
Espero que passe logo esse clima horrível. Sei que hoje você me deixou um livro de presente em cima da mesa e que não faz muito, veio perguntar se eu queria fazer alguma coisa. Mas eu te conheço, só no olhar... Imagino o que passa pela sua cabeça agora. Um tal de: saco cheio disso. O fato de você chegar em casa e não vir me dar um beijo, responde todas as minhas dúvidas em relação a qualquer tipo de sentimento vindo de ti.
Senti um certo esforço pra vir aqui conversar comigo, sinto que não tá afim. E tenho motivos pra achar isso, já que me ignorou por completo durante quase dois dias.
Hoje assisti a copa sozinha no quarto. Sozinha. E o fato do Brasil ter saído, não doeu tanto... Meu coração já estava dolorido o suficiente.
Preciso sentir seus braços em mim, sua respiração, sua voz, seu calor, seu cheiro. Preciso dormir sentindo você nas minhas costas. Se não fica tudo assim, sem cor.
Sei que qualquer coisa agora, é mais legal e interessante do que ficar comigo. Tô me sentindo tão sozinha que só de olhar pra esse quarto escuro, as lágrimas chegam rapidinho.
Vou ver um filme, sozinha e dormir, talvez, sozinha? Espero que não.

Sinto que perdi o fio da meada pelas letras jogadas aqui... Mas eu me entendo e não espero leituras alheias.

sexta-feira, 2 de julho de 2010


oi? eu estou aqui.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

empedaços.


Seria bem melhor se não nos machucássemos tanto.
Se não consegue me aceitar do jeito que sou, onde isso vai parar?