sábado, 29 de janeiro de 2011

saudade.

Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo

Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

dia-a-dia



A minha vida anda daquele jeito, né... meio sei lá. Naquela de: "ai, tu não me conta mais nada!". Mas é que não tem nada pra contar, sério. Deixa eu ver... 
Ah, então, passo o dia vendo tv, dormindo, me engordando... to lendo A Sombra do Vento, muito bom! Apesar de ser enrolado, não fica chato, pois foi muito bem escrito e com frases que não passam despercebidas, sabe? Pois é... Ganhei um cachorro também. O nome dele é Chino, eu que escolhi. Escapei dos nomes estranhos que meu namorado queria dar, tipo Uílso ou Cochilo. É um Beagle, chega sábado de manhã. Ontem compramos 2 ossinhos e ganhamos amostra grátis de ração. Hoje compramos potinhos de água e comida. Ontem também, eu fiz osteopatia. Coisa estranha. Como estou naqueles dias, doeu o dobro do normal. Quando ela estralava meus ossos, parecia que tirava minha alma junto. Passei o dia todo enjoada e querendo desmaiar. Tive uma conversa não muito simpática com o namorado pela manhã, sentada na porta de um café, fechado. Não sei se me assusta ou se me da uns tapas na cara. Sei lá... Mas aquela: só vou melhorar com vc, quando eu conseguir melhorar comigo mesma. Acho justo. Pela noite baixamos 3 filmes. Só assistimos um e morremos de sono. Teve cheiro de gás, descemos e batemos na vizinha de baixo, eu, namorado, vizinho e porteiro. Ela não respondeu, achamos que estava desmaiada, maior medo, até descobrir que ela deixava a luz ligada por causa do cachorro e que não estava em casa. Desligamos o gás dela e pronto. Momento TENSO do dia, depois de claro, passar 1h esperando o namorado, dentro do carro, no maior calor e passando mal depois da sessão de osteopatia. Ai, quando ele voltou, ficamos mais 1h lá, porque a bateria do carro pifou. Momento "vou morrer", do dia. Hoje de manhã acordei suuuuuuuuuper enjoada, culpa do tratamento ai, deixa assim as coisas. Aí fomos olhar um apto, me apaixonei, socorro, quero ele. Ricardo só se interessou na sacada, se ia ter espaço para o Chino, digno de um bom pai, né? hahahaha Ok, passei a tarde toda com MUITA dor no pescoço e nos ombros, o que só vai passar quando parar de descer sangue em mim... chique. Ai fiquei jogando videogame e lendo o livro. Que o Chino chegue logo, to depositando nele todos os meus sopros de possíveis sorrisos e alegrias e companhia e tudo isso aí. Larguei o trabalho, né? Não consigo dormir, quando consigo, tenho pesadelos e passo uns 4 dias sem ir no banheiro. Ajuda? Eu sei que não. Mas é inconsciente, né? Ainda bem que tenho meu namorado, que me anima... lindo. E quando eu to "nos dias", tenho essa vontade louca de agarrar ele e não soltar mais, se é que me entendem... ><
E tive que por esta foto, pois ela tá mostrando bem onde eu mais sinto dor HAHAHA. Fico por aqui.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

sábado, 22 de janeiro de 2011

Details in the fabric.



Se acalme
Respire profundamente
E se vista ao invés
De correr por aí
Pulando todos os fios dizendo
Acabando com você

Se é uma parte quebrada, reponha-a
Se é um braço quebrado, então engesse-o
Se é um coração quebrado partido, então conserte-o

E se segure
Saiba seu nome
E vá no seu próprio caminho
Se segure
Saiba seu nome
E siga seu caminho

E tudo ficará bem
Tudo ficará bem


Aguente firme
A ajuda está a caminho
Permaneça forte
Eu estou fazendo de tudo

Se segure
Saiba seu nome
E siga seu próprio caminho
Se segure
Saiba seu nome
E siga seu próprio caminho

E tudo, tudo ficará bem
Tudo

São os detalhes em tecidos
São as coisas que te causam pânico
São seus pensamentos resultados de uma união estática??

São as coisas que te fazem explodir
Droga, sem motivos, vá em frente e grite
Se você está chocado é apenas culpa
Da má fabricação

Sim, tudo ficará bem
Tudo em tempo de um modo geral
Tudo

Se segure
Saiba seu nome
E siga seu próprio caminho

Os detalhes estão no tecido? (segure-se, saiba seu nome)
São as coisas que te causam pânico (siga o seu caminho)
São seus pensamentos resultados de uma união estática?

Os detalhes estão no tecido? (segure-se, saiba seu nome)
São as coisas que te causam pânico (siga o seu caminho)
Será a máquina de costura da natureza?

São as coisas que te fazem explodir (segure-se, saiba o seu nome)
Não há motivo para sair e gritar
Se você está chocado é apenas culpa (siga seu caminho)
Da má fabricação

Tudo vai ficar bem
Tudo sem tempo algum
os corações se abraçarão

eu.


alone.

parte 2.



Na primeira página da nossa história
O futuro parecia tão brilhante
Então, isso se tornou tão mal
Eu não sei porque ainda estou surpresa
Até os anjos têm seus planos perversos
E você leva isso a novos extremos
Mas você sempre será meu herói
Mesmo que você tenha perdido a cabeça


Só vai ficar aí e me ver queimar
Mas tudo bem porque eu gosto do jeito que dói
Só vai ficar aí e me ouvir chorar
Mas está tudo bem pois eu amo o jeito que você mente
Eu amo o jeito que você mente
Ohhh, eu amo o jeito que você mente


Agora há cascalho em nossas vozes
O vidro está quebrado por causa da briga
Nesse cabo de guerra, você sempre vai ganhar
Mesmo quando eu estou certa
Porque você me alimenta com fábulas de sua mão
Com palavras violentas e ameaças vazias
E é doentio como todas essas batalhas
São o que me mantém satisfeita


Ohhh, eu amo o jeito que você mente

Então, talvez eu sou uma masoquista
Eu tento correr mas eu não quero nunca ir
Até as paredes estão subindo
Na fumaça com todas as nossas memórias

Esta manhã, você acorda, um raio de sol bate no seu rosto
Maquilagem borrada enquanto deitamos no despertar da destruição
Quieta querida, fale baixinho, me diga que está arrependida
Por ter me empurrado na mesa de centro ontem à noite
Então eu posso empurrar você de mim
Tente me tocar para que eu possa gritar para que você não me toque
Corra para fora do quarto e vou segui-la como um filhote perdido
Querida, sem você, não sou nada, estou tão perdido, me abrace
Depois diga-me como eu sou feio, mas que você sempre me amará
Depois disso, me empurre, como o resultado do
Caminho destrutivo que nós pegamos, dois psicopatas, mas nós
Sabemos que não importa quantas facas enfiamos um no outro
Nós contamos um com o outro, porque nós somos tão sortudos
Juntos, nós podemos mover montanhas, não vamos fazer tempestade em copo d'água
Você me bateu duas vezes, sim, mas quem está contando?
Talvez eu tenha te batido três vezes, eu estou perdendo a conta
Mas juntos vamos viver para sempre, achamos a fonte da juventude
Nosso amor é louco, nós somos loucos, me recuso a buscar ajuda
Esta casa é imensa, se você se for eu vou queimar todos os dois mil
Metros quadrados, não tem nada que você possa fazer sobre isso
Com você estou dentro da minha maldita cabeça, sem você, tô fora

Só vai ficar aí e me ver queimar
Mas tudo bem porque eu gosto do jeito que dói
Só vai ficar aí e me ouvir chorar
Mas está tudo bem pois eu amo o jeito que você mente
Eu amo o jeito que você mente
Ohhh, eu amo o jeito que você mente
Eu amo o jeito que você mente

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

no tédio da minha vida...



Larguei o trabalho por motivos de saúde... aos 20 anos. É, não é algo que eu me orgulhe.
Enfim, é agora que eu leio todos os meus livros pendentes e pela metade, pinto as unhas com todos os esmaltes que estão ainda fechados lá na minha caixinha, entro no tédio por horas e horas, saberei todos os filmes da sessão da tarde e claro, engordo mais uns 3kg.

Se pelo menos eu já tivesse o cachorrinho, né? Mas as minhas companhias são: Toragesic, Flodin Duo e muita bolsa de água quente. Ah, e o repouso infinito.

Saco.

domingo, 16 de janeiro de 2011

can't


Queria sorrir verdadeiramente, assim. Mas não preciso mentir, né? Aqui não. Só não consigo estar feliz.


Vai passar.

sábado, 15 de janeiro de 2011

vontades não tão imediatas.

Tudo que eu queria agora era um mar, pegando um sol, tomando um suco e sem ninguém estranho pra olhar as minhas gorduras.



Queria viajar, ir até a Itália. Eu e meu amor. Conhecer aqueles lugares lindos e comer em bons restaurantes...


Ou mergulhar naquelas águas lindas da Grécia...



E mais tarde, conhecer a dor de algum país precisando de carinho, pra não esquecer de dar valor a tudo que temos...


Mas no momento, fico com algo bem fácil... morango e creme.


sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Letters to Juliet



Hei! Olha eu aqui curtindo mais uma triste tarde de repouso, depois de mais uma crise de dor nas costas. É, mais uma! Mas prometi não vir aqui reclamar. Vim aqui postar sobre um filme que acabei de assistir... Cartas Para Julieta. Não é um filme "ó meu Deus, é lindo, maravilhoso, tá na minha lista dos mais 10 preferidos...", não. Mas é aquele filminho água com açúcar, ótimo para ver nessas tardes assim... meio doloridas e com muita bolsa de água quente. Enfim, o filme se passa na Itália (e ai, já ganha mais 5 pontos comigo), o cenário é maravilhoso e romântico. A estória é realmente muito bonita e faz a gente sentir aquela pontadinha gostosa que o "amor verdadeiro" nos faz sentir. Acho que ainda sou adepta a essa coisa de destino e acho que ninguém fica sozinho nessa vida. Todo mundo tem a tampa para a sua panela, as coisas só acontecem na hora certa. O filme passa bem isso. Talvez a história da Claire e do Lorenzo, se acontecesse no passado, não seria tão mágica e perfeita do jeito que foi 50 anos depois. Tudo ao seu tempo. Bom, o filme é muito bom e todos os personagens são muito bonitos. Aconselho :)
Agora vou decidir que música eu coloco de toque no meu celular novo todo rosa pink, que eu ganhei do namorado ontem haha vou sair desse puff desconfortável, vou tomar um banho, vou ver a novela que termina :~ e depois, quem sabe, ir para o Pizza Hut. Fico por aqui, com dor e pensando no nome do nosso filho que chega domingo... eu gosto de Sebastião. 






Details In The Fabric - Jason Mraz e James Morrison

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

livros, livros, livros...


Bom, ando descobrindo minha paixão cada vez maior por livros. Livro de todo o tipo. Às vezes, nem conheço a estória, mas a capa me apaixona profundamente, e ai, leio aquele livro com a maior vontade. Comigo é assim, a capa é muito importante! Livros de capa feia são deveramente tristes. Acabam deixando o livro não tão saboroso quanto ele deveria ser. Quanto mais bonito e mais grosso, melhor.
Fiz uma lista dos livros que quero ler nesse primeiro semestre do ano. Livros que ainda não estão na minha estante, tenho que comprá-los. Ao total deu 25 livros, todos diferentes. Lá em casa, no meu cantinho dos livros, tenho 5 para ler ainda. 2 pela metade.
Minha maior felicidade anda sendo promoções de livros. Como esses dias, em que comprei 4 livros por R$20,00. Pois é, muita felicidade! São uns livros mais antigos, na ponta de estoque... mas adivinha? As capas... ah, as capas... são lindas! Dois deles falam sobre a década de 50 (sou apaixonada por essa época). Um não é exatamente sobre a época, mas tem uma pitada de Beatles... ai, pronto, gostei.
Quanto mais triste e romântico o livro for, mais eu gosto. Perco horas lendo, chorando, me imaginando... quando acaba, é uma tristeza, parece que eu fazia parte daquele mundo meio mágico em que o final é sempre feliz.
Uma coleção que fez eu mais me sentir presa e triste com o fim, foi Crepúsculo. Sim, sim... eu sei... maior menininha 14 anos impossível. Os filmes são meio nhénhénhé - tem muito açúcar no meu café; Mas a estória te prende demais (posso falar assim porque nem comer eu comia direito).
Agora descobri o Nicholas Sparks... lágrimas e depressão na certa!! Vi que não posso o ler em dias chuvosos, principalmente se for final de semana. Da uma tristeza geral assim. Mas não consigo, né? As estórias são lindas, apaixonantes, dramáticas... daquelas que sempre fica aquela coisa: "será que eles vão ficar juntos?", o problema é que sempre, sempre, tem uma tragédia. Ai as lágrimas tomam conta.
Enfim, meta na minha vida: uma biblioteca em casa. Quero, muito. Pode até ser pequena, mas quero. O namorado pode pegar emprestado os livros que tem lá na Fnac, mas não é a mesma coisa. Eu gosto mesmo é de ter o livro. Meu. Assim fica melhor.







E coisa que eu odeio é gente que pega teu livro emprestado e o devolve numa tristeza sem fim... todo marcado, sujo, rasgadinho e com cara de quem ficou guardado por muito tempo. Odeio isso, de verdade! É como emprestar teu melhor cd e ele voltar riscado na sua música preferida. Ou como emprestar teu vestido lindo e ele voltar com uma marca do ferro quente. Ai, que agonia!
Não sei o porque desse post sem fundamento, talvez porque quando eu olho pela janela, vejo que anda caindo muita chuva e lembro que não trouxe casaco, queria profundamente estar em casa, com algum daqueles livros pela metade.

1.


Hoje até que acordei um pouco melhor. Talvez pelo fato de não estar sentindo tanta dor como eu estava ontem. E também, pelo namorado que tenho... faz eu esquecer todas as coisas ruins.

Dia 12 de janeiro... feliz aniversário para a minha cirurgia e para a nova cicatriz, que hoje completam 1 ano.

Whatever tomorrow brings I'll be there...



So if I decide to waiver my chance to be one of the hive
will I choose water over wine
and hold my own and drive? oh oh oh oooh.
It's driven me before
and it seems to be the way
that everyone else gets around.
But lately I'm beginning to find that
when I drive myself my light is found.



terça-feira, 11 de janeiro de 2011

de hoje em diante.













Meu blog anda sendo casa de reclamações....

E aí, que eu tive que voltar para casa. Voltar para o médico, voltar para o raio-x, voltar para as lágrimas. Fechar os olhos e mergulhar na minha própria tristeza. "Tem pessoas que estão por ai de cadeira de rodas!" - não, isso não vai me consolar ou talvez fazer com que eu lide melhor com a minha dor de descobrir mais uma falha em meu corpo. Assim que encaro... uma falha. Uma única vértebra, a última, perdida em toda a extensão da coluna. Apenas uma, causando muita dor e várias limitações.
Quando ouvi que tenho uma "pequena deficiência" na coluna, meu mundo caiu. Foi como ter levado um tiro ou como se alguém tivesse arrancado alguma parte do meu corpo e corrido para esconder. Até agora não consegui encontrar mais essa tal parte, mas ando me acostumando com a ideia de tê-la perdido.
Bem, e é ai que vem as lágrimas, a dor, a falta de ar... Ai que vem a parte de se sentir inútil por ter que levar uma vida cheia de limitações até o final.
Talvez seja errado da minha parte, reclamar por algo tão pequeno, perto de alguns problemas que muitos têm, mas quando é com a gente, a coisa fica diferente. Acaba dobrando de tamanho e toma proporções gigantescas em nossa mente, enquanto martela e machuca lá dentro da alma.
Vida normal eu sempre soube que não levaria. Nasci com luxação congênita no quadril e já operei duas vezes o lado direito. Minha bacia não aguenta muita coisa e meu fêmur é quem reclama. Quando eu era menor, essas coisas não me incomodavam, talvez porque eu não entendia direito o que vinha pela frente. Hoje, que trabalho, pego ônibus, limpo a casa, é que sinto e passei a entender perfeitamente. Coisa que me incomoda muito hoje também, são as duas cicatrizes que ganhei ainda bebê e que cortam a minha coxa até a minha cintura. Nunca me incomodou, juro. Elas sempre foram parte de mim, sentia como se tivesse nascido com elas. Mas agora, evito me olhar no espelho. Algo que machuca, rasoavelmente... Mas voltando para a vida normal... Nunca tive. Sempre tive limitações, sentava com as pernas dobradas, enquanto meus coleguinhas na escola, sentavam na tal "perna de índio". No balé, então com 10 anos de idade, veio a vergonha de não conseguir fazer nem a metade do que as outras meninas faziam. Limitações, limitações...
Como já disse, nada demais, mas quando é com nós... Enfim, ainda estou na fase de me acostumar com as limitações, aprender a conviver com elas. Mas ali, do meu quadril. Nada mais do que isso. Só as do quadril. Meus cuidados, minhas dores, minhas limitações. No dia 17 do mês passado tive fortes crises de dores nas costas. Até hoje essas dores ainda não passaram, mas agora eu já sei o que eu tenho. A tal deficiência na última vértebra. Se não bastasse, minha coluna reta, sem a curvatura que todo humano normal possui. E ai, ganhei a osteopatia, o RPG, os remédios e a notícia que me causou a sensação de inutilidade: proibida de fazer serviços domésticos. Ou seja: nem se quer, uma vassourinha na casa. Chique, como diz meu médico... agora vou ser uma mulher chique, de salto alto e unha feita. Deveria consolar? É, deveria. Mas só machuca. Machuca saber que isso é algo que não tem cura. É pra vida toda. Vértebra não fecha, ela só melhora se você cuidar, mas sempre vai dar umas crises. Crises de muita dor.
Trabalho apenas 4 horas por dia, sentadinha, numa boa. E ai? 4 horas sentada, vem sendo um veneno. Se nem 4 horas sentada eu posso, o que poderia eu fazer? E a bicicleta? Eu adoro muito andar de bicicleta. O que posso fazer? E exercícios físicos? E viver?
Posso contar um segredo? Me assusta terrivelmente perder meu amor. Podem achar até um exageiro, até eu acho, bem lá no fundo, eu acho mesmo. Mas ali na minha mente, tenho medo de perdê-lo. Perdê-lo por ser toda cheia de problemas. Probleminhas ou problemões... estou sempre com dor, sempre reclamando e tomando meus remédios. Sempre pedindo para parar com a caminhada. Sinto que sempre vai ser eu a chata do rolê, pedindo para ir embora porque nem se quer aguento comigo mesma. Peço que me ame muito e que nunca pare de querer me cuidar ou ficar comigo curtindo meus altos e baixos. Mas se quiser sair pela porta, tudo bem. (Olha o exageiro, mas é bem assim que estou me sentindo. Vai passar, eu sei que vai.)
O problema aqui é que é tudo muito novo para mim. Nunca imaginei ter algo a mais do que o problema no quadril. Nunca esperei sair do médico e me acabar em lágrimas no abraço da minha mãe, por ter ouvido algo que não esperava ouvir. Mas a vida é assim, não é? Hoje bem, amanhã não se sabe.
Tenho certeza que daqui um tempo irei ler esse post e achar tudo uma grande bobagem e um exagero sem fim. Mas enquanto a novidade me anda dando calafrios, dores de estômago e choros escondidos, é bem assim que me sinto. Uma inútil, em vários sentidos.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

oi?

Oi blog? Pois é, já alguns dias sem postar... Motivo? Saúde. É, 2010 terminou e 2011 começou e a minha saúde sempre surpreendendo! Confesso que ando assustada, chorando escondida e às vezes, na frente do namorado que me pega no colo e me acalma (on). Mas essa minha saúde nada de ferro me deixa muito triste. Nunca posso estar me sentindo bem e ai, vem esses dias infinitos com algum problema, nesse caso, muita dor nas costas. Uma dor misteriosa e que vou ter que aguentar até a minha consulta, no dia 17. E ai, mais pra frente, né... com o tratamento. Não consigo dormir, nem respirar, nem rir, nem limpar a casa, nem trabalhar, nem nada em paz. Tá difícil! Mas Deus está do meu lado e sei que não deve ser nadinha :)

Enfim... já estamos em 2011! Meu Natal foi muito muito bom! Minha família toda reunida. Fazia tempo que não passávamos assim, só faltou uma tia. Meu pai de papai noel, praia, irmãzinha, frango frito, macarrão da vó, cachorro quente da tia, churrasco do tio, namorado dorminhoco, baralho, muita risada, volei de praia, presentes, assassinato do Totó, imagem e ação, floripa... hahaha quanta coisa boa! Tirando a dor e a queimação do sol, foi muuuuuito legal e divertido! Sem contar na festa surpresa que fizemos para o aniversário da minha avó, que completou 75 anos. S2
O ano novo foi bem legal também, fomos para Santos. Só choveu e nem deu pra dar uma passeadinha pela praia, mas o Kinect rendeu boas risadas! Os fogos foram lindos e demos 7 pulinhos no mar... vem sorte!
Agora estou aqui no estágio, com dor, com muita dor. E pela primeira vez o remédio não fez efeito... muita dor. Minha mãe chega hoje, tá preocupada, né? E meu irmãozinho xuxu vem também *.*

Mas e ai... 2011. Comecei o ano apaixonada ao extremo. Novidade? Com minha aliança no dedo, com meu sono abraçado, com minhas risadas e com meu amor, que é só dele. To pensando em um emprego diferente, mas nem vou falar aqui, pra não miar... sabe, né.
Esses dias me caiu a ficha de que eu finalmente descobri quem eu sou. Quem eu sou, do que eu gosto, o que eu quero fazer, como eu me vejo daqui uns anos... Coisas que a gente descobre mais rapidamente quando saímos de casa e andamos com as nossas pernas. Enfim, sinto que esse ano vai ser bom, tem que ser! Não parece que mudou o ano, porque não tive férias, sabe? To acostumada com férias da aula e tudo mais. Esse ano não foi assim, mesmo que eu tenha ficado em casa por 2 semanas, não foram férias, foram repouso. Só vai parecer ano novo quando eu voltar pra faculdade e comprar uma agenda hauaha

E agora, acho que vou pra casa... tá difícil de respirar aqui.