sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

blogando.



Carãn, achei um blog antigo meu, de quando eu me mudei pra Curitiba, o andilii =P 
Foi bom ler ele, muito bom. Eu estava começando uma vida nova, uma fase nova, tudo novo... e o único assunto de todos os posts era você, namorado. 
Aquele namoro à distância, tão perturbado e machucado pelo msn, credo! Que sofrimento. Era tão horrível.
E o quanto eu me sentia sozinha era assustador! Me sentia a maior perdida entre as minhas amigas novas, mal eu sabia que ia ter a amizade da CarolzinhaMaia, tão forte assim :)
Mas o melhor de ler o tal blog, é lembrar o que faz eu tanto me sentir apaixonada por você. Andava meio esquecida, às vezes me perguntava como fui me apaixonar por você, assim, sem nunca termos conversado muito. Quando fomos namorar de verdade e passar algum tempo conversando, já me sentia completamente perdida e viajando no som da sua voz. Enfim, o maior motivo por querer tanto você é que você fazia eu sentir como se tudo fosse possível, tudo. Como eu dormia rápido demais quando sentia sua respiração na minha nuca e seus braços em minha volta. Como eu esquecia de todo o resto do mundo quando me encontrava caminhando na praia de Santos com você. Como eu me sentia uma mulher com um tesão invencível quando estava longe de você. Sem mentiras, você sempre me tirou dos eixos, man. 
Falei tudo no passado porque foi assim que eu me apaixonei por você, mas claro que isso dura até hoje, e foi bom lembrar de cada motivo.
Fiz este blog aqui, quando terminamos. Lembro como se fosse ontem. Fiquei conversando com você no msn até a hora de ir pra aula. Na faculdade, chorei um pouco na meia luz. Quando fui pegar o ônibus, no terminal, subi as escadas atrás de um homem que usava o mesmo perfume que o seu. Por mais que você tivesse ficado por horas tentando me convencer de que não estávamos mais nos dando certo, eu não aceitava. E uns dias depois, você, para a minha felicidade, falou: "e agradeço por você ser uma puta namorada e te quero de volta.". Claro que não foi essas palavras, foi 5x mais lindo e mais interessante. E naquele tempo, eu mal sabia que tu ia largar sua vida de caiçara pra vir morar comigo na capitar que não tem praia. E mal sabia também, que íamos ficar nessa guerra ai de: agora é minha vez de achar que não dá mais e a tua vez de não concordar comigo. Porque com nós é assim. Vivemos terminando e machucando nos fazendo ficar. Não conseguimos, não... de jeito nenhum. Vamos até o fim. Primeiro, ficamos alguns dias sem nos falar, depois, sentamos um na frente do outro e ai, vem a vez de um de nós falar: "já chega". E ai, concordamos um com o outro. Mas depois de algumas horas, brigamos. Brigamos horrores. Nos xingamos. Gritamos... blábláblá. E quando enfim cansamos de brigar, decidimos terminar mesmo. E ai, é aquela coisa ruim de te ver arrumando as malas, arrumando tudo, tirando tudo do lugar. E quando você chega na porta... Fim da briga. "NÃO QUERO QUE VOCÊ VÁÁÁÁ. VEM AQUIIII... EU TE AMOOO". Lágrimas... lágrimas... lágrimas...
Essa última briga foi meio que um tapa na cara, tanto na minha, quanto na tua. E ouvir você me falar que ia me pedir em casamento, foi tão bom (claro que eu não queria que fosse daquele jeito, você chorando e soluçando horrores na minha frente), fez eu parar com algumas dúvidas. 
Mas e ai, estamos indo comprar nossa primeira casa... comprar. nossa. primeira. casa.
É, quando eu fiz este blog para chorar minha dor de um fim de namoro, mal eu sabia que ele ia ser casa de post felizes e tristes, mas posts ao seu lado, dormindo e acordando na mesma cama, todos os dias. E que você seria meu lar e meu calor, nos dias chuvosos de Curitiba.
Ah, essa vida... ah, esses blogs...

doubt.


Não sei... a dúvida toma conta de mim como um veneno no sangue. Estou confusa.
Tem dia que eu acordo certa de algo, mas vou dormir achando já tudo errado.
Precisava que alguém viesse e falasse: "Andressa, faça assim." - mas tinha que ser alguém de total confiança, daquelas pessoas que entendem do teu futuro... Deus, por exemplo.
Às vezes penso: "tá, vai ser assim" e outra hora já estou pensando: "até quando vou aguentar assim?".
Entende o que eu digo? Medo. Medo da vida. Medo dos passos. Medo de errar. 
Preciso de algo pra me segurar, pra ter certeza sobre mim. Não sei o que fazer, sério. Não sei se to gostando da minha vida como ela está sendo, mas ao mesmo tempo, gosto. 
To afundada na dúvida. É isso.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

C.L.


"Faça a descoberta de si mesmo, e aos poucos você descobrirá que é mais seguro e compensador valorizar-se." 

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Set it aflame, send it away...

Agora ando fazendo alguma coisa da vida, voltaram minhas aulas!
A turma parece ser legal, apesar de sermos totalmente perdidas lá haha normal, né...
Claro que sempre conseguimos fazer umAs inimigas, sem nem ter aberto a boca. Mas fica ai com a tua cara feia, to pouco me fodendo pra ti, darling.
A faculdade à noite é bem diferente, muito. Mas é melhor, mais tranquilo. E não me sinto mal em ir de tênis hahaha
Bom, claro que como eu só faço isso, ando ficando muito em casa ainda. Carolzinha anda vindo aqui todos os dias e vejo que engordarei. Mas claro, ando lendo muito.
Esses dias eu li Plastic Jesus, da Poppy Z. Brite. 

Oi, lembra daquela história de que eu sou muito apaixonada por capas de livros? Então, essa não é uma coisinha? Mas é só a capa, viu? Porque o livro... nossa, que viagem! Aiiiiiiii, que viagem! haha muito certo de que a pessoa é consumida pelas drogas. A novela é assim: Paul e John, então Beatles, são amantes. E ai, revolucionaram tudo, porque... "John Lennon é um anjo gay" HAUHAUAHAUH ridículo e tal. Tudo bem, eu não entrei na pira do livro, confesso. E digo aqui, que seria muita perda de tempo sua, meu caro leitor inexistente, se eu fizesse você ler um pouco da estória. Então, pulamos esta parte. 

Agora ando lendo Orgulho e Preconceito, da Jane Austen. Ainda não tinha lido este. Mas dai... ele veio bilíngue, ou seja, 1 versão em português e a outra em inglês. Então, as letras são muito pequenas pra caber as duas versões. E ai, muleque, que quase morro de sono pra ler 5 capítulos. To patinando, hein? Mas terminarei. A estória é irônica o suficiente pra eu achar o livro muito bom. 


E também ando lendo outro livro, que peguei ontem na casa da Gabe... Férias, Marian Keyes. O livro é bem grosso e ontem, antes de dormir, já li uma boa parte. A guria é a maior louca e drogada e tudo mais e está indo ser internada no Claustro, reabilitação total... gostei haha Ainda to muito no comecinho da pira dela, pra saber contar aqui, então, vamos esperar mais um pouco e já comento algo. 


Início dessa semana comprei Noites de Tormenta, do CLARO, Nicholas Sparks. Po, quero ler todos dele, ué! Sei que quando o livro chegar, vou deixar todos os outros de lado e ler ele em 1 dia. Ele é bem curtinho e se tratando de Nicholas, eu termino seus livros rápido demais. Adoro e toda aquela coisa...



Mas, deixando pra lá os livros agora, to feliz que as minhas costas só estão doendo à noite. Tudo bem que quando vou dormir, acordo mil vezes com dor, mas passo o dia todo sem dor! Isso é DEMÁS! :)
Daqui uns dias já tá tudo ótemo. Claro que não escaparei do tratamento da tal Chiropatia, de TRÊS MIL REAIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Mas, vamo que vamo. Como já dizia Brandon Boyd: "Set it aflame, send it away..." To sendo forte, oras.
Cansei de escrever, nem almocei ainda, já são 14h19 e Carol e a Gabe (se atender o celular) vão vir aqui comer minha famosa sobremesa de bis.

Cheers!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

diamonds.



Então, enquanto meu namorado pensava numa forma de me pedir em casamento, eu terminei o nosso namoro.
É claro que quando ele me contou desse seu plano, eu não consegui pensar em mais nada e agradeço por ele ter voltado a bater na porta 10 minutos depois e me convencido de que devemos tentar mais uma vez.
Sabe? Quem não existe, é você!
Agora, só resta esperar que o tempo nos ajude a fazer tais mudanças necessárias e quando chegar a hora do pedido, eu não pense duas ou três vezes antes de responder sim.


Te amo.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

hide.


Seria mentira se eu dissesse que não sinto uma falta enormemente dolorosa, de vocês. Falta das nossas conversas, dos nossos segredos, das nossas risadas, das nossas festas, dos nossos posões, dos nossos porres, das nossas fotos depois das festas, das nossas jantas... porra, sinto saudade. Onde foi que nos perdemos?

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

amizade.


Passei a tarde com minha amiga Carol Maia. Conversamos até o sol se pôr. Abri meus olhos para algumas coisas, estava precisando.
Prometo que irei voltar a ser a Andie do começo da faculdade. Prometo que, por mais que demore, uma hora eu vou esquecer da cirurgia, da cicatriz e da coluna. Prometo que vou voltar a sair com as minhas amigas. Prometo que vou voltar a ser independente, do jeito que sempre fui. Prometo tudo isso. Acho que mereço.
Essa fase ruim já vai passar, pelo menos é isso que espero. E sei que vou ter todo apoio e a amizade da Carolzinha. Obrigada amiga, de verdade.
Te amo! :**

alone.


Ontem eu assisti ao filme Amor e Outras Drogas, e nossa, como caiu na hora certa. Abriu meus olhos para muita coisa. A menina é doente, precisa de atenção, de cuidados e é muito limitada. Ele, é popular, gosta de sair, de estar no meio das pessoas. Ela, deixou bem claro que não queria um relacionamento, pois não é justo com a outra pessoa, ter que ficar com alguém cuja saúde não é nada boa. Mas mesmo assim, ele abre mão de todo egoísmo e orgulho e fica do lado dela, pra cuidar dela.
O negócio é assim, você só fica com alguém que vai precisar de atenção, de mais cuidado e de MUITA paciência, estando muito ciente disso.
Eu achei muito digno isso de ser justo com a outra pessoa. E se você não está ciente de que vai ter que abrir mão de algumas coisas pelo outro, não é justo para ambos.
Todo mundo tem o direito de ser feliz, né? No meu caso, tristeza, mais do que já estou tendo, não dá. Já é o suficiente tudo que estou passando. Por isso digo, se for pra me deixar mais triste, pela falta de paciência e pelo egocentrismo... tem milhões de namoradas saudáveis por ai.
Ontem eu tive uma crise, de madrugada, fiquei no chão e quem disse que meus braços e minhas pernas respondiam para eu levantar? Gritei de dor. Espero que você tenha gravado bem aquela cena, pois é isso mesmo que vai acontecer, sempre. E eu espero que, além da cena, você não esqueça de ter falado:

"Se você acha pouco o que eu fiz pra você, procura outra pessoa, eu tenho vida também."

Espero que eu crie vergonha na cara e não me esqueça disso também.




Achei que fosse meio difícil eu ficar triste mais do que eu já estava.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

N



Ontem acordei com uma pira de mil vozes na minha cabeça. Vozes que narraram todos os tipos de falas, passagens, frases... todos os tipos de livros. E tinha Nando Reis de fundo, porque é a primeira coisa que vem na minha cabeça ao acordar - uma música dele.
Hoje, não li nada. Mas Nando Reis é a única coisa que escuto o dia todo.

E agora, o que eu vou fazer?
Se os seus lábios ainda estão molhando os lábios meus?
E as lágrimas não secaram com o sol que fez?
E agora como posso te esquecer?
Se o seu cheiro ainda está no travesseiro?
E o seu cabelo está enrolado no meu peito?
Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo
Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
E te beijar
De novo

despedaçados.



Hei :)
Ando fazendo umas sessões de leitura biológica, na verdade, não é esse bem o nome, enfim... eu, Andressa, tenho 20 anos e 20 tipos de traumas. Relacionamento nunca foi o meu forte e eu sou completamente traumatizada com a coisa. Vou contar um segredo... não consigo falar que amo meu namorado, assim, pessoalmente. Não me faça pergunta difícil, tipo, o por que dessa idiotice e tal. Eu só não consigo. O que, claro, é bem diferente de sentir. Porque amo ele muito e olha, sinto uma vontade imensa de falar que o amo todos os dias, mas só não sai, sabe? Ele já falou algumas vezes e todas elas foram especiais, lindas, inesperadas e que eu nunca vou esquecer. Assim, bonito mesmo. Nada de "ah, eu te amo", algo previsível. O negócio é que nenhuma das vezes eu respondi de volta, só ficava sentindo o poder daquelas palavras em mim. Adorei demais ouvir, todas as vezes. Mesmo que poucas, foram muito especiais. Mas eu, ah, eu não consigo. Tenho até uma raivinha disso. E como disse, não sei o por quê. Parece que algo prende, é realmente difícil de falar. Mas pronto, contei o segredo, agora me deixa aqui com essa idiotice. E eu o amo, muito.
Então, essa leitura é para liberar alguns traumas que eu tenho. Na sessão dessa semana, tinha um menino antes de mim e ele deixou que contassem a história dele. Bom, não foi bem com ele, mas ele guarda um trauma muito grande. Foi com o pai dele, na verdade. O cara serviu o exército por muito tempo e tinha um irmão alcoólatra. Um dia, quando ele estava voltando de licença, entrou na casa dos pais e viu esse irmão batendo com um pedaço de pau nas costas de seu pai, já idoso. O pai, velho e fraco, estava no chão e quase morto, de tanto levar pauladas de seu filho totalmente bêbado e fora de si. A mãe, velha e indefesa, ao ver o filho voltando do exército e com uma arma na cintura, só conseguiu gritar para que ele atirasse, porque seu esposo estava morrendo. Ele, acostumado em receber ordens no exército ao ouvir: "atira, atira logo, só atira", não pensou em mais nada e atirou. Resultado: matou o irmão e salvou o pai. Mas, matou o irmão. Não foi um ato muito consciênte, mais pelo costume de fazer o que mandam. Hoje, a família não fala mais com a família do irmão morto, que tem esposa e filhos.
Complicado, né?
Nossos traumas, por mais que pareçam ser pequenos perto de outros gigantescos, sempre serão nossos traumas. Ela me contou isso antes que eu deitasse na mesa e começasse a sessão, mas nada fez apagar a intensidade da luz da sala, que estava na minha cena traumática. Claro que os meus traumas, não são nada perto do que passa na cabeça desse pai e desse filho. Mas eles são meus. Pequenos e insignificantes para muita gente, mas para mim, é o suficiente para fazer todo o estrago que eles fazem no meu dia-a-dia.
Mesmo sendo tão pequenos, não é motivo para eu tratar com uma besteira e ai, prometo que irei cuidar, para que eles desapareçam. Desapareçam na mesma intensidade que a luz da sala da minha casa, quando meu pai foi embora, ficou mais fraca depois que terminei a sessão.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

books.

Bom, já que minha vida anda no tédio total, ando lendo muitos livros. Como não tenho nada pra contar ou vir aqui reclamar, a não ser da minha imensa tristeza - o que eu acho um assunto terrivelmente chato e que poupo tempo até do meu namorado quando ele fala para eu conversar com ele - vou perder um tempo aqui falando dos últimos três livros que li entre semana passada e hoje.

A Sombra do Vento - Carlos Ruiz Zafón



Achei o livro um tanto enrolado, mas bem escrito. As frases são suaves e bonitas. O escritor não deixa passar nada, nem quando fala sobre o tempo, como, mais ou menos: "as lágrimas preguiçosas do sol entravam pela janela entreaberta". Não é exatamente isso, mas é assim, bem escrito. Conta a estória de um menino chamado Daniel Sempere, que quando pequeno é levado pelo seu pai ao Cemitério dos Livros Esquecidos e lá escolhe o livro - A Sombra do Vento, do escritor Julián Carax. Ele simplesmente fica fascinado pela estória e mais tarde, procura saber mais sobre o escritor, a fim de ler seus outros livros, quando descobre que não existe mais nenhum exemplar de nenhum outro livro do escritor. Eles foram queimados por um homem misterioso, chamado Laín Coubert, que também era o nome do demônio, no livro de Julián. O livro desenrola nessa busca para descobrir os porquês dessa história mal contada e o que acontecera com Julián. Com a ajuda de seu ilustre amigo Fermín, um ex-mendigo, que o ajudara uma vez quando levou uma surra e que agora trabalhava na livraria de Daniel e de seu pai.  E claro, ainda tira um tempo para as paixões do guri, seu primeiro beijo, sua primeira transa e seu amor verdadeiro e eterno. Bonito, toda hora cheio de mistérios e histórias surpreedentes, com um final muito bom. Gostei e recomendo.

O Milagre - Nicholas Sparks


Bom, nenhuma novidade de que eu estaria lendo mais uma obra do maravilhoso Nicholas Sparks, né! Confesso que quando comecei o ler, achei bem fraco e sem graça, só falava de cemitério, de resolver um mistério e de um cara nova-iorquino chamado Jeremy, que era muito bonito, inteligente e cult, pro meu gosto, e assim comecei a ler A Sombra do Vento, mas logo que voltei a lê-lo adorei (claro, quando falamos de Nicholas, não existe outro final). O livro foi presente do namorado, com uma dedicatória tão bonita quanto o livro, enfim... não sei se ele sabia da estória ou se escolheu aleatóriamente, mas fala sobre esse tal de Jeremy, o nova-iorquino jornalista, que desvenda casos que todo mundo diz ser bruxaria, fantasmas, videntes e todas essas coisas. Jeremy tem um novo trabalho: desvendar as luzes misteriosas do cemitério de Boone Creek, uma cidadezinha pequena do sul do país. Só não esperava se apaixonar por Lexie, uma bibliotecária que o ajuda em suas pesquisas. No meio do mistério das luzes, Jeremy e Lexie passam pela grande dor e dúvida sobre o relacionamento à distância, visto que ele foi à Boone Creek somente para trabalho e logo voltaria a sua rotina na cidade grande e ela, ficaria ali, na cidade pequena, com sua vida pacata, então, sabendo que já havia se machucado uma vez sobre o mesmo contexto, deixara de lado o amor que estava sentindo, tentou ser forte e esquecer Jeremy. Este, por sua vez, estava completamente apaixonado, mas sabendo que tinha sua vida em Nova York e seu trabalho, o qual havia o deixado uma celebridade, acaba deixando Lexie escapar e volta para casa. Mas chegando em casa, logo volta... ele troca a cidade grande e sua vida glamurosa, larga tudo, para ir ficar com Lexie, em Boone Creek. Surpreende Lexie ao aparecer de surpresa,  bem como aconteceu comigo, meu namorado, à 1h da manhã, largando toda a sua vida lá na cidade grande, pra ficar comigo. Agora moramos em Curitiba e não tem nada de cidade pequena, mas antes eu morava em uma cidade bem pequena de Santa Catarina. E acho que é por isso que gostei tanto do livro. Ah, o amor...

O Sonhador - Ian McEwan


Este já é um livro mais juvenil, o li em uma tarde, é bem curtinho, mas é muito bom. Conta a estória de um menino chamado Peter, que como diz o título, era extremamente sonhador. Vivia sonhando acordado e imaginando mil coisas, tipo, como seria se ele trocasse de corpo com o seu gato ou com o nenem da sua tia Laura. É gostoso de ler e ver como somos engraçados quando crianças e como seria bom se essa magia durasse para sempre.



   Fim.