sábado, 16 de abril de 2011

e a noite vem, sendo o descanso do sol.






Tá certo que o nosso mau jeito foi vital pra dispersar o nosso bom, o nosso som pausou. E por tanta exposição a disposição cansou, secou da fonte da paciência e nossa excelência ficou lá fora. Solução é a solidão de nós. Deixe eu me livrar das minhas marcas, deixe eu me lembrar de criar asas. Deixa que esse verão eu faço só. Deixa que esse verão eu faço só. Deixa que nesse verão eu faço sol. Só me resta agora acreditar que esse encontro que se deu, não nos traduziu melhor. A conta da saudade quem é que paga? Já que estamos brigados de nada, já que estamos fincados em dor. Lembra o que valeu a pena? Foi nossa cena não ter pressa pra passar.



Joga a trança, busca o chão e não o céu. Qual barquinho de papel sonha ir de encontro ao mar?

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